sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amo

Amo, amo contida, loucamente contida, amo calada, encantada, amo doída, amo largada, alimentada pelas migalhas da ausência e da saudade, é o que me resta, amo sozinha, absolutamente só. Amo alguém que não me ama, que nunca me amou, amo perdida, um amor andarilho, que anda em outros braços, eu o perco e ele me acha sempre num sonho, ou quando seu perfume me busca no ar me invadindo. Seco minhas lágrimas, respiro fundo, fecho os olhos, é sim, é o cheiro do meu amor, abro meus olhos e a realidade me assusta, meu amor não está aqui, meu amor me esqueceu, meu amor não é meu. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Descobri que eu estou quase morrendo de dor, de amor, de solidão, de decepção, uma confusão de sentimentos. Tento me agarrar em algo para me sentir um pouco viva, mas está difícil, é difícil manter-me forte o tempo inteiro, até que a dor passe ou até que o amor me mate... (Desculpe minha querida caixa de sapatos... "Lágrimas")